segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Apesar de preocupação, brasileiros desconhecem sustentabilidade

14 de janeiro de 2011
Rodrigo Zavala*

Em 1995, um episódio da série televisiva Simpsons mostrava o diálogo da família mundialmente famosa ao comprar uma televisão. Quando a filha pergunta à mãe se não podem levar o aparelho certificado, ela responde: “Filha, você sabe que não podemos pagar produtos com filosofia”.

A ironia da cena, não se atém apenas a uma crítica aos preços dos produtos social e ecologicamente corretos – invariavelmente um pouco mais caros -, mas também ao desconhecimento do americano médio sobre os impactos de seu consumo sobre o planeta. Ao chamar de filosofia esse tipo de responsabilidade, insinua de forma simplista que conceitos como sustentabilidade estão fora do cotidiano das pessoas.
Em 2010, já no Brasil, pesquisa “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial”, realizada e apresentada pelos Institutos Akatu e Ethos, mostrou que o desconhecimento ainda é grande no país.

Viagens De Gulliver

Autor: SWIFT, JONATHAN


O livro conta a história de Lemuel Gulliver, um médico aventureiro que abandonou sua família, na Inglaterra, para desbravar novas terras, que depois de naufrágios e tormentas, acaba aportando em terras muito estranhas. Ele vai a Lilipute, onde as pessoas não medem mais de 15 centímetros; depois chega a Brobdingnag, onde as pessoas têm a altura de torres de igreja; e vai ainda ao País dos Houyhnhnms, onde os habitantes mais importantes são cavalos, não homens.

Ao contrário do que as pessoas imaginam, Lemuel Gulliver não viajou apenas para a terra dos pequenos, Liliput (onde há a famosa banzé com o povo de Blefuscu sobre qual é o lado mais fácil de quebrar um ovo), além de ser o lugar onde Gulliver torna-se o bombeiro mais não convecional do mundo. Tampouco viajou somente para a terra dos gigantes (Brobdingnag). Ele visitou diversos outros lugares imaginários ainda mais interessantes.


ALIENACIÓN EN LAS PERVERSIONES

M. MASUD R. KHAN


EL PAPEL DE LAS EXPERIENCIAS CORPORALES PERVERSO-POLIMORFAS y DE LAS RELACIONES OBJETALES EN LA INTEGRACION DEL YO

1 Sobre un tipo especifico de emocionalidad que se manifiesta en las caracteropatias esquizoides

En "Clinical Aspects of the Schizoid Personality" (Khan, 1960a), traté de bosquejar un cuadro clínico general de un tipo esquizoide de caracteropatía. En este capítulo examinaré una faceta especial de estos pacientes, es decir, una emocionalidad y afectividad latentes que se expresan a través de experiencias corporales perverso-polimorfas y de relaciones objetales, y pondré el acento. en el papel y la patología de dichas relaciones corporales perverso-polimorfas. Abrigo la esperanza de demostrar que éstas derivan de perturbaciones específicas en la relación madre-bebé, las cuales provienen a su vez de rasgos patógenos en la personalidad de la madre.

O RANCOR DA HISTÉRICA[1]

M. Masud R. Khan

[1] Este texto é um capítulo do livro Passíon, solítude et 'olíe, Paris, Galli- mard, 1983; e foi traduzido por Monica Seincman.

Em todas as culturas, a histérica vestiu urna máscara que reflete tanto a moralidade manifesta quanto às aspirações sexuais mais escondidas do ethos da época. É por isso que foi tanto identificada a uma feiticeira e queimada, quanto santificada e glorificada. Foi apenas no final do século XIX que Charcot estabeleceu o estatuto da histérica, nela reconhecendo urna síndrome clínica específica, digna de atenção. N o entanto, na condição da histérica, o próprio Charcot não via mais do que uma exibição psiquiátrica espetacular. Deveria incumbir, ao gênio de Freud definir a natureza e o caráter deste mal. E Freud conseguiu, respeitando a "resistência" da histérica de ser conhecida tanto quanto sua recusa e sua má vontade em cooperar em seu próprio tratamento. Freud (1895d) postula que o não-saber da paciente histérica era, na verdade, não-querer saber; concluiu que havia aí "um não-querer que bem poderia ser mais ou menos consciente". Todos sabem que Freud atribuiu inicialmente este não-saber a episódios de sedução sexual real na infância antes de relacioná-los a fantasmas de sedução recalcados que o paciente expressava, no presente, através de urna linguagem somática, mas do qual se recusava psiquicamente tomar consciência.


Ao longo da história, a sexualidade bizarra das histéricas foi estigmatizada como constituindo o traço característico de sua personalidade. O novo, na abordagem freudiana, foi que ao determinar a etiologia dos sintomas histéricos, Freud destacou o papel predominante e quase exclusivo da sexualidade infantil, o que modificou completamente a maneira de abordar o problema. Não era mais necessário maltratar o histérico, considerando-o um mentiroso psicopata ou um gozador depravado, mas sim um indivíduo que tentava encarar as experiências que aconteceram durante seu desenvolvimento inicial, que, por um lado, estavam ultrapassando largamente os meios da personalidade incipiente e para os quais, por outro, encontrava, em sua infância, apenas urna pequena compreensão em seu meio.

A subjetividade exterior

Jurandir Freire Costa


No Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro.

(...) Em primeiro lugar, porque o termo globalização é suficientemente vago para funcionar como “causa” teórica ou empírica do que quer que seja. Em segundo lugar, porque não acredito que mudanças nos hábitos mentais dependam de fatos históricos recentes. Uma coisa é dizer que transformações nas formas de vida acarretam mudanças subjetivas; outra é postular relações causais entre fatores econômico-ideológicos e alterações da subjetividade das quais são contemporâneos.

A primeira afirmação se contenta em dizer que o sujeito é uma realidade psíquica histórico-cultural e não “algo” invariável no tempo e no espaço; a segunda quer estabelecer relações teóricas de antecedência causal insustentáveis por duas razões. Número um, a realidade subjetiva não pode ser pensada como “efeito” logicamente independente de causas sociais. O sujeito exprime, sem dúvida, as formas de vida dominantes. Mas não a modo de “efeito” referido a “causas” que lhes são exteriores. Dizer, nesse contexto, que o sujeito “exprime” qualquer coisa significa dizer que ele é “expressivo”, que é um ponto de condensação peculiar dessas formas de vida, e não um aspecto do viver sócio-cultural conectado, de modo externo e mecânico, a outros aspectos.

Em segundo lugar, as mudanças na subjetividade relevantes para a psicanálise requerem transformações culturais em longuíssimo prazo. A reestruturação das sensibilidades e julgamentos no campo dos afetos é complexa, pois é nela que se ancora a estabilidade das identidades pessoais. Não substituímos repertórios emocionais como substituímos camisas. Pelo menos é isso que podemos extrair dos estudos dos historiadores das mentalidades, antropólogos, sociólogos, psicólogos sociais etc.

A Solidão dos Moribundos

A obra de Elias trata da relação entre poder, comportamento, emoção, abarcando conhecimento sociológico, psicológico, antropológico e histórico.


No texto “A Solidão dos Moribundos!” de Norbert Elias escreve sobre o comportamento dos homens diante do fim eminente, os quais ao nascer já foram sentenciados: a morte. As sociedades mais desenvolvidas, em nome de uma higienização biológica, afastam o indivíduo da família – e não o fazem sem razão – e enceram o moribundo em hospitais, de modo que a partir deste momento é o Estado e todos seus empregados que tomarão os cuidados necessários para com o doente que logo tornar-se-á um cadáver. Portanto, a morte deixa de ser pública e é encerrada dentro de Instituições.


As 10 estratégias de manipulação midiática

Tradução: Adital



O linguista Noam Chomsky elaborou a lista das 10 Estratégias de Manipulação através da mídia.

1. A estratégia da distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranquilas).

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

“A SOLIDARIEDADE DOS SERES VIVOS”


ENTREVISTA COM JACQUES DERRIDA

por EVANDO NASCIMENTO
(revisão de EURÍDICE FIGUEIREDO)

Frequëntemente a própria mutação
tecno-político-científica nos obriga a
desconstruir; é ela que na verdade
desconstrói por si mesma as
pretensas evidências naturais
ou os axiomas intocáveis.

Jacques Derrida, De L´Hospitalité

Ver a versão completa da entrevista publicada no suplemento Mais! da Folha de S. Paulo, em 27.5.2001.
http://veja.abril.com.br/201004/p_154.html

A DESCULPA DE QUERER AJUDAR: AMIGO E INIMIGO (FRENEMY)


Amizade não é um mar de rosas, isso tudo mundo sabe e, muito provavelmente, há diversas frenemeis perto de todos nós.
Frenemy é uma mistura lingüística, ou seja, uma palavra formada pela combinação a partir de duas palavras distintas e combinando seus significados. No caso, em particular de frenemy é a junção das palavras friend e enemy (amigo e inimigo) e pode ser entendida como “uma relação ao mesmo tempo benéfica e competitiva”, com riscos e desconfianças, um inimigo “em pele de amigo” ou aquela pessoa que ao mesmo tempo amigo e inimigo. Para alguns frenemy significa “urubu” em bom português.
A bem da verdade, quando se ouve falar em frenenies o assunto fica um pouco complexo. Na maioria das vezes temos afinidades e pode nos causar uma sensação de desconforto que às vezes não é consciente e os sentimentos ficam ambíguos. Às vezes, essa ambigüidade pode estar relacionada com medo de estarmos sendo sensíveis demais ou por medo de julgar injustamente, assim, nos deixamos ficar vulneráveis a abusos.
O que torna frenemeis mais problemática é o fato de que, ao contrário do inimigo, propriamente dito, ou mesmo de um desconhecido, é geralmente uma pessoa que se tem poucas reservas. Neste sentido, a probabilidade de nos magoarmos é enorme devido a nossa própria vulnerabilidade.
Frenemies no local de trabalho não são raros, devido a ambientes cada vez mais informais. De relacionamentos interligados, vida profissional e pessoal. Certamente não é nada inédito as pessoas se socializarem com os colegas no trabalho, a enorme quantidade de horas que as pessoas passam no trabalho deixa muita gente com menos tempo e disposição para desenvolver amizades fora do escritório.
Outra forma de relacionamentos amistosos são entre conhecidos, com os quais temos uma relação mais superficial, como amigos de amigo, amigos virtuais, vizinhos, entre outros se encaixam nesta categoria.
Por fim, ninguém está imune de ser um frenemy para outra. Na história pessoal de cada um, se perceba que, da mesma forma que a gente pode ter sido vítima de um frenemy, a gente também pode ter desenvolvido (ou estar desenvolvendo) este papel na vida de alguém.
Vítima ou algoz cabe a cada um decidir que atitude assumir, mesmo que esta decisão não seja imediata.
Referencias:
http://curlvelyme.blogspot.com/2010/05/frenemies-iniamigos-voce-tem-algum.html
Matéria do jornal O Globo, Caderno ELA, sábado 25 de setembro de 2010

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Crime E Castigo


(Fiódor Dostoiésvsky)


Crime e Castigo, do russo Fiódor Mikháilovitch Dostoiésvski, foi publicado pela primeira vez em 1866 e foi o primeiro romance do autor traduzido para línguas da Europa Ocidental.
O livro relata a angústia e o sofrimento vividos por Ródion Románovitch Raskólnikov, um jovem estudante de direito que se vê marginalizado pela falta de dinheiro. Após ter cometido o assassinato de duas mulheres: Alena Ivánovna, uma velha usurária, a quem Raskólnikov empenhava alguns objetos para obter dinheiro para sua sobrevivência e Isabel Ivánovna, irmã da usurária, também assassinada, por estar no lugar e hora erradas.
A história, que se faz interessante já pela originalidade seu enredo central, é uma das obras mais importantes da literatura mundial por ser um verdadeiro ensaio psicológico das personagens, uma qualidade ímpar dos escritores russos.

CCBB Programação RJ

http://www.bb.com.br/portalbb/home22,128,10151,0,0,1,1.bb?codigoMenu=9887
Com Você Perto de Mim
20 Jan a 28 Fev
Local: Teatro III | CCBB RJ
Horário: Terças, às 19h

Shows musicais intimistas, com grandes nomes da MPB. Pequenos saraus, que proporcionam ao público uma oportunidade de apreciação mais próxima e interativa da performance de grandes intérpretes da música vocal e instrumental brasileira.

• 20 a 23 de janeiro | Danilo Caymmi e Muri Costa

• 27 a 30 de janeiro | Miúcha e Leandro Braga

• 03 a 06 de fevereiro | Emilio Santiago e Itamar Assiére

• 10 a 13 de fevereiro | Wanda Sá e Dodo Ferreira

• 17 a 20 de fevereiro | Carlos Lyra e Ricardo Costa


SERVIÇO

Data: De 20 de janeiro a 29 de fevereiro
Horário: Terças, às 19h
Local: Teatro III | Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
Bilheteria/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefone: (21) 3808-2020
Ingressos: R$ 6 (inteira) | R$ 3 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos)

Germinal: Exploração, Consciência e Luta


Waldemberg Oliveira de Lima
"O operário não podia agüentar mais; a revolução só serviria para agravar-lhe as misérias; a partir de 89 os burgueses é que se enchiam, e tão forazmente que nem deixavam o resto no fundo do prato para o trabalhador lamber. Quem poderia demonstrar que os trabalhadores tinham tido um quinhão razoável no extraordinário aumento da riqueza e bem-estar dos últimos cem anos? Zombaram deles ao declará-los livres. Livres para morrerem de fome, isso sim, e do que, aliás, não se privavam. Não dava pão a ninguém a votar em malandros que, eleitos, só queriam locupletar-se, pensando tanto nos miseráveis como nos seus borzeguins acalcanhados. Era preciso terminar com isso, de uma maneira ou de outra (…). Se isso não fosse feito agora, pela atual geração, seus filhos, com certeza, o fariam, já que o século não podia terminar sem outra revolução, desta vez a dos operários, uma revolução devastadora que varreria a sociedade de alto a baixo para reconstruí-la a seguir mais decente e justa".[2]

Programação do Forte Copacabana

http://www.fortedecopacabana.com/modules/mastop_publish/?tac=Programa%E7%E3o_fixa

21/01/11


Apresentação: Marília Zangrandi é uma das mais prestigiadas cantoras da novíssima geração brasileira, não só por seu canto elegante, musical e eficiente como por impressionante presença cênica.
Horário: 19h
Duração: 60 min
Entrada: Distribuição de 100 senhas às 18h, para entrada
gratuita.
Local: Galeria de Arte, no Forte de Copacabana.
O que é Sarau?

O Sarau (do latim seránus, relativo ao entardecer) é um evento cultural ou musical onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se

manifestarem artisticamente. Um sarau pode envolver dança, poesia, leitura de livros, música acústica e também outras formas de arte como pintura e teatro. Evento bastante comum no século XIX que vem sendo redescoberto por seu caráter de inovação, descontração e satisfação.

SOU UMA PERGUNTA

Clarice Lispector

Quem fez a primeira pergunta?
Quem fez o mundo?
Se foi Deus, quem fez Deus?
Por que dois e dois são quatro?
Quem disse a primeira palavra?
Quem chorou pela primeira vez?
Por que o pulmão respira?
Por que se morre?
Por que se ama?
Por que se odeia?
Quem fez a primeira cadeira?
Por que se lava roupas?
Por que se tem seios?
Por que há o som?
Por que há o silêncio?
Por que há o tempo?
Por que há o espaço?
Por que há o infinito?
Por que eu existo?
Por que você existe?
Por que faço perguntas?
Por que não há respostas?
Por que quem me lê está perplexo?
Por que estou viva?
Por que quem me lê está vivo?
Por que estou com sono?
Por que minto?
Por que digo a verdade?
Por que existe a galinha?
Por que existem editoras?
Por que há o dinheiro?
Por que procuro as coisas e não encontro?
Por que existe o anonimato?
Por que se reza?
Por que se envelhece?
Por que existe câncer?
Por que as pessoas se reúnem pra jantar?
Por que um homem mata outro?
Por que neste mesmo instante está nascendo uma criança?
Por que eu poderia perguntar indefinidamente por que?
Por que existem coisas moles e coisas duras?
Por que tenho fome?
Por que no Nordeste há fome?
Por que uma palavra puxa a outra?
Por que os políticos fazem discurso?
Por que a máquina está ficando tão importante?
Por que tenho de parar de fazer perguntas?
Por que existe a cor verde-escuro?
Por quê?
É porquê.
Mas por que não me disseram antes?

REFLEXÕES SOBRE O TEMPO DE COLETA

Durante a coleta é importante ter um olhar ampliado, percebendo nosso personagem/parceiro de troca e pensando maneiras de conduzir delicadamente a conversa.

Preparar um roteiro do que será feito pode ajudar e dar mais liberdade neste momento. Se partimos de alguma proposta fica mais fácil até subvertê-la (se for por uma boa causa, lembrem-se sempre disto).

Percebam os estímulos externos que nos ajudarão a compreender/trocar com o outro. Depois certamente traduziremos estas referências com nossa percepção interna (com o olhar de dentro).

Precisamos estabelecer um outro tempo, que nos tire do tempo cotidiano. Isto será estabelecido principalmente pela chegada, lanche e início da abordagem.
Pensem no “começo do começo”.
Devo tocar uma música?
Começo falando do que gosto e do que não gosto?
Ou prefiro começar por meu conto?
Quero mostrar uma foto, uma imagem que me agrada muito?
Estabeleça a sua ordem.
Separe seus tesouros.
Estes objetos serão parceiros da palavra.
Mas nosso foco será sempre nela.

Estas referências servirão como estímulos; como catalizadores deste encontro, possibilitando uma verdade no diálogo que nos forneça material humano mais interessante- e mais precioso (relíquia).

Perceba se não está atropelando o outro, se ele está cansado, se o assunto é delicado...não se desconecte dele em momento algum!

Boa sorte!
www.colectivoalmanaque.blogspot.com

PROJETO “RELICÁRIOS:da arte de compartilhar”

http://www.colectivoalmanaque.blogspot.com/

"COLETIVO: Que abrange ou compreende muitas coisas ou pessoas. De, ou utilizado por, muitos".fonte: dicionário aurélio
COLECTIVO ALMANAQUE é um coletivo que trabalha com diversas linguagens artísticas no intiuto de expressar, discutir e refletir sobre questões contemporâneas de nossa sociedade através de criação de projetos e programações de arte, educação e cultura para vários segmentos sociais.

O grupo é formado por profissionais que se especializaram em áreas como teatro, performance, design gráfico, contação de histórias, música, literatura, dança, vídeo, fotografia, cultura popular e cultura indígena
OBJETOS COMO PONTES PARA HISTÓRIAS DE VIDA
Neste novo projeto do Colectivo Almanaque trabalharemos a partir de objetos como inspiração para trazer à tona lembranças, pessoas, sentimentos, acontecimentos que fizeram parte da vida de alguém e criar pontes, gerando encontros.

Apenas uma ponte - RODA DE CONVERSA

O último dia. Foi um longo semestre até aqui. Nós coordenadoras desses encontros, não somos uma árvore da sabedoria, mas uma ponte que nos leva à copa frondosa.
Uma ponte, sim.
Uma ponte por onde transitassem os sonhos de vocês, o movimento incessante de desejos, o ir e vir de dúvidas, o vaivém do aprendizado mútuo.

Palavras de Guimarães Rosa: "Ensinar é, de repente, aprender".
Aprendemos muito com os nossos encontros.
Inclusive aprendemos sobre nós mesmo.
Ligamos pontos em nossas vidas.
Agora, seguiremos novos rumos.
Encontraremos outras pontes para superar os abismos do caminho.
E o tempo, como um viaduto, haverá de nos conduzir à emoção desse novo mistério.
Chegamos ao final do ano.
Muitas alegrias, conquistas, desafios, aprendizados...
A vocês, o nosso carinho e o desejo de que tenham um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de realizações, saúde e paz.
Recebam o nosso afetuoso abraço!!!
Cláudia Medrado Martins
Psicóloga

SOBRE A FLIP


Festa Literária Internacional de Paraty 2011,de 6 de julho, quarta-feira até domingo, 10 de julho
A 9ª edição da Festa Literária presta homenagem a um dos expoentes do modernismo no país; Oswald de Andrade

A escolha de Oswald de Andrade deflagra as comemorações dos 90 anos da Semana de 22 (em fevereiro de 2012). Ao mesmo tempo, é uma oportunidade de pensar no legado do escritor para além do modernismo (o teatro, as formulações de caráter filosófico-antropológico) e de rever criticamente a própria Semana de Arte Moderna (tarefa a que vêm se dedicando vários estudiosos; destaco aqui a obra de Antonio Arnoni Prado, "Itinerário de uma Falsa Vanguarda", da Editora 34).
Por aí se tem uma ideia de como Oswald abre um grande domínio de discussões, de temas para debate. Nas próximas semanas, vamos definir os nomes de alguns convidados para abordar essas questões, mas já dá para adiantar algumas bases bem objetivas: com o anúncio do homenageado, Sandra Espilotro - a diretora editorial da Globo Livros - disse que pretende rever o cronograma de lançamento dos próximos títulos das obras completas de Oswald de Andrade, para que coincidam com a Flip.
A intenção da Sandra é lançar três livros: além de "Estética e Política", que já estava programado, "A Alegria é a Prova dos Nove" (uma antologia de frases de Oswald organizada pelo romancista Luiz Ruffato) e "A Utopia Antropofágica". Ou seja, nada menos do que um livro que pode ser considerado inédito, permitindo ver Oswald como autor de aforismos, e o volume que reúne ensaios que dão desdobramento ao "Manifesto Antropófago", principalmente a tese "A crise da filosofia messiânica" - um texto pouco estudado, mas que revela o pensador que foi Oswald de Andrade.
Esses três lançamentos podem ser pontos de partida para uma outra maneira de ler o autor de "Pau-Brasil" durante a Flip de 2011.

http://www.flip.org.br/blog.php

Livros de Donna Leon


Veja os sites:

http://www.companhiadasletras.com.br/autor.php?codigo=01266

Donna Leon nasceu em New Jersey, em 1942. Depois de uma temporada de estudos em Perúgia e Siena, em 1981 radicou-se na Itália. É professora de literatura inglesa e norte-americana na extensão da Universidade de Maryland em Veneza.

Seus livros não são publicados na Itália. Ela escreve em inglês.

http://www.groveatlantic.com/leon/leon.htm

Livros ja traduzidos para o português.
Lista de livros:
ENQUANTO ELES DORMIAM (2010)
ACQUA ALTA (2009) - Autor
MORTE E JULGAMENTO (2008)
VESTIDO PARA MORRER (2006)
MORTE EM TERRA ESTRANGEIRA (2004)
MORTE NO TEATRO LA FENICE (2000)

Filmes baseados em livros

http://www.lendo.org/52-filmes-para-amantes-da-literatura-estrangeira/

esforços dos diretores em recriar os conflitos, dilemas e fantasias daquele livro que tanto amamos.

Lista de 52 filmes, todos derivados de alguma obra da literatura estrangeira. esforços de diretores em recriar os conflitos, dilemas e fantasias de livro que marcaram época:
1. A Bela da Tarde (da obra do francês Joseph Kessel)
2. A Corrente do Bem (baseado na obra de Catherine Ryan Hyde)
3. A Dama das Camélias (da obra de Alexandre Dumas Filho)
4. A Flor do meu Segredo (de Pedro Almodóvar)
5. A Gaiola das Loucas (da peça de Jean Poiret)
6. A Rainha Margot (inspirado na obra de Alexandre Dumas)
7. A Revolução dos Bichos (baseado na obra de George Orwell)
8. Adeus às Armas (da obra clássica de Ernest Hemingway)
9. Agonia e Êxtase (da obra de Irving Stone)
10. Amor & Cia (do livro de Eça de Queirós, Alves e Cia.)
11. Bonequinha de Luxo (do conto de Truman Capote)
12. Crime e Castigo (da obra de Féodor Dostoiévski)
13. De Salto Alto (por Pedro Almodóvar)
14. Em Nome de Deus (da romance homônimo de Marion Meade)
15. Excalibur (baseado no livro “O Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda”, de Thomas Malory)
16. Fausto (adaptação da obra de Göethe)
17. Fernão Capelo Gaivota (baseado no best-seller de Richard Bach)
18. Germinal (da obra de Emile Zola)
19. Hamlet (da peça de William Shakespeare)
20. Henrique V (baseado na peça de William Shakespeare; inspirada na vida do rei inglês)
21. Horizonte Perdido (da obra de James Hilton)
22. Júlio César (a produção aclamada de William Shakespeare)
23. Macbeth (baseado na peça de William Shakespeare)
24. Madame Bovary (da obra de Gustave Flaubert)
25. Meninos do Brasil (inspirado no romance homônimo de Ira Levin)
26. Nina (versão brasileira da obra “Crime e Castigo” de Dostoiévski)
27. O Caçador de Pipas (do best seller de Khaled Hosseini)
28. O Carteiro e o Poeta (do livro homônimo de Antonio Skármeta)
29. O Código da Vinci (do best seller de Dan Brown)
30. O Corcunda de Notre Dame (inspirado na obra “Notre Dame em Paris”, de Victor Hugo)
31. O Crime do Padre Amaro (da obra homônima de Eça de Queirós)
32. O Diário de Anne Frank (por ela mesma. Relatos dramáticos da II Guerra Mundial)
33. O Ditador (baseado no romance “A Festa do Bode”, de Mário Vargas Llosa)
34. O Idiota (baseado no conto de Dostoiévski)
35. O Iluminado (baseado na obra de Sthepen King)
36. O Inferno de Dante
37. O Médico e o Monstro (da obra de Robert Louis Stevenson)
38. O Nome da Rosa (baseado na obra de Umberto Eco)
39. O Pequeno Príncipe (inspirado no livro de Saint Exuperry)
40. O Primo Basílio (da obra de Eça de Queirós)
41. O Velho e o Mar (do livro homônimo de Ernest Hemingway)
42. Oliver Twist (baseado no livro homônimo de Charles Dickens)
43. Os Cavaleiros da Távola Redonda (baseado no livro “O Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda”, de Thomas Malory)
44. Os Miseráveis (do livro de Victor Hugo)
45. Os Três Mosqueteiros (do clássico de Alexandre Dumas)
46. Papillon (da obra de Henri Charriere)
47. Robinson Crusoé (da obra de Daniel Defoe)
48. Romeu e Julieta (adaptação da peça de Willian Shakespeare)
49. Shakespeare Apaixonado (baseado no clássico “Romeu e Julieta”)
50. Sonhos (baseado no livro de Akira Kurosawa)
51. Tempo de Despertar (baseado no livro autobiográfico de Oliver Sacks)
52. Tristão e Isolda (da obra de Joseph Bédier)