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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Brinquedo e Idade na Hora da Escolha

Brincar e brinquedo, estão relacionados com a infância: o desenvolvimento e a formação da personalidade. É como a criança experimenta a vida. Um companheiro inesquecível. E a responsabilidade de quem media esse encontro é enorme.

Um brinquedo é mais indicado para uma idade maior, pode estimular ainda mais a criança, pode ser uma questão. O importante é observar a fase em que a criança está vivenciando, e quais habilidades ela está desenvolvendo naquele momento, até para aproveitar o brinquedo da melhor maneira possível.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Crianças e o Futebol

Bater uma bola, jogar uma pelada. Não importa. Essa brincadeira, com certeza, está entre as dez preferidas das crianças.

A bola exerce um enorme fascínio sobre elas. Jogar futebol ajuda na motricidade, no respeito, no estabelecimento e criação de regras, melhora a lateralidade e a noção de espaço, ajuda na socialização e também na linguagem.


Entre os 3 e os 5 anos a criança começa a se interessar pelo esporte e a imitar o pai.

Brinquedos certos para a idade certa!

Os brinquedos indicados para entreter e estimular a criança nessa fase

Dimensões, cores, texturas dos brinquedos para bebês não deixam dúvida sobre a faixa etária a que se destinam.
Mas para as crianças maiores não é tão simples escolher os brinquedos adequados.  É o excesso de opções que confunde, pois nem sempre os adultos têm clareza sobre o que é indicado para entreter e estimular uma criança a partir dos 3 anos.

"Nessa fase a criança está com a linguagem mais desenvolvida, é muito curiosa, imaginativa e gosta dos jogos de faz-de-conta". "É uma faixa em que o mais importante é o jogo simbólico, que usa a imaginação".

Escolha com critério

Gostar de repetir a brincadeira mil vezes?

É normal!
A repetição de brincadeiras e histórias é essencial para o desenvolvimento infantil.

Aos 2 anos: uma bricadeira preferida entre os pequenos é ouvir o disquinho: e eles viram a cabecinha pra trás com o "serra, serra, serrador" ouvindo as histórias da coleção Disquinho. 
O Casamento do Sapo, pode ouvir quatro, cinco, muitas vezes. Está é uma fase dos mais típicos comportamentos infantis, que é o da repetição.

Por enquanto, a criança se contenta em fazer a mesma atividade três ou quatro vezes, mas o cuidador, deve saber o que o espera nos próximos meses – assistir ao mesmo filme ou contar a mesma história dezenas de vezes, até seguidas. E é bom mesmo que o cuidador tenha paciência, pois esse processo, que às vezes parece sem sentido para os adultos, é fundamental para o desenvolvimento emocional e intelectual da criança. A repetição é um mecanismo de aprendizado e de garantia de ligação afetiva com o mundo.

Vestir fantasias faz parte do mundo infantil

É a fase de homem-aranha, batman e princesas.

Vestir-se só de Homem-Aranha, de Batman, Zorro, Vampiro, caipira de festa junina e fantasma de lençol. A criança está vivendo a chamada fase do jogo simbólico, uma etapa especial do crescimento, em que é comum a criança vestir fantasias e incorporar personagens que a ajudam a desenvolver a imaginação e a expressão emocional, facilitando a resolução de conflitos internos e externos.



Por volta dos 3 anos, a criança está concentrada nas habilidades corporais, para adquirir controle motor. "Ela tem mais necessidade de andar, correr, pegar e jogar objetos, e usa os jogos ou exercícios de repetição".
"Quando passa a imitar pessoas e animais, na ausência desses modelos, a criança inicia os jogos simbólicos. Ela está criando o imaginário".

Nesse processo, ela desenvolve a linguagem e, ao mesmo tempo, a inteligência, começando a aprendizagem de conceitos e valores.



E quando a criança gosta de brincar sozinho?

É normal que eles deixem os amigos de lado na hora da brincadeira. Desde que isso não seja a regra.

As vezes as crianças brincam um pouco juntos e depois cada um vai para um lado. Só mais tarde voltavam a se comunicar.
"Será que há alguma dificuldade de se relacionar com os amiguinhos?". Entre 2 e 3 anos a criança é egocêntrica, mas já começa a se sociabilizar. "Muitas vezes, prefere se divertir sozinha com um brinquedo ou com os personagens que ela mesma cria". "Faz parte do desenvolvimento. A responsável precisa ficar atenta se a criança sempre prefere ficar sozinho quando há companhia".

Brincadeiras: 2 a 6 anos Cócegas

Não tem sensação mais gostosa do que ver os pequenos gargalhando e se contorcendo de alegria.

As cócegas, além de muito divertidas, promovem a formação de laços afetivos, já que a criança associa esse prazer com quem o está proporcionando – ‘se você me faz rir, eu gosto de você’.

Tanto que, quando a farra acaba, elas continuam procurando a mão que as fez rir, com aquela carinha de sapecas que só elas sabem fazer.

Onde será que a criança sente mais cócegas?
Na hora de brincar, vale cutucar a barriga, o pescoço, embaixo do braço, a sola do pé... Pode se descabelar, derrubar as almofadas e dar mordidinhas. Então, vamos começar a brincadeira? 1, 2, 3 e... já!!

As crianças e as brincadeiras que envolvem o toque. Brincar com o corpo faz parte da descoberta da própria identidade.

Apresente o Teatro

Apresentando a criança ao teatro! Espetáculos com enredos conhecidos e simples agradam mais nessa fase.

Prepare a criança. Explique como funciona o teatro, conte que os atores são pessoas normais que estão ali encenando uma história.

Durante a peça, as crianças não podem subir no palco. Costumam ser convidadas a sentar nas fileiras da frente, sem os adultos. Se a criança preferir você ao lado, não tente conter as reações espontâneas dele, como rir alto, cantar junto com os atores, aplaudir fora de hora. Deixe que descubra o teatro sozinho.

Histórias que você conta à noite para a criança dormir podem ganhar vida no teatro no fim de semana. O programa é o máximo para crianças dessa idade, que começam a diferenciar a fantasia da realidade e a compreender o faz-de-conta. Os números mostram que elas gostam.

Brincadeiras: 0 a 2 anos

Brincar é uma forma saudável de desenvolver a imaginação e a auto-estima, de expressar sentimentos e emoções e de resolver conflitos interiores. 

Se a criança está a brincar sozinho, não o interrompa!


Brincar é um assunto sério para todas as crianças de todas as idades. É a brincar que crescem e aprendem, experimentam e praticam futuras competências. Muito antes de surgirem os amigos, as crianças já brincaram muito, com a mãe, com o pai e também sozinhas.