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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Cartilha Direitos da Pessoa Autista 3 BULLYING

O que é bullying?

O bullying ocorre quando os conflitos entre alunos se intensificam e geram comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos. Esses comportamentos são praticados por um ou mais estudantes em relação a outros, que não conseguem enfrentar essas agressões.

Esses atos de violência (física ou não) são constantes e tem a intenção de maltratar,intimidar, humilhar, amedontrar e magoar o outro.

As pessoas que viram alvos dessas agressões são escolhidas apenas por não conseguirem reagir e por apresentarem um sinal qualquer que as torna diferente da maioria, como a cor do cabelo, a altura, o peso ou comportamentos apresentados por pessoas com autismo, por exemplo.

A pessoa com autismo pode não ter habilidade para lidar com o bullying, o que pode contribuir para seu isolamento social e interferir em seu processo de aprendizagem.



O que fazer se suspeitar que a criança ou o adolescente sofre bullying?



Na maioria das vezes a criança ou adolescente, que seja vítima de bullying  não pede ajuda.

Assim,  caso estranhe algo, conversecom a criança ou com o adolescente e também com os educadores para poder identificar se é mesmo caso de bullying. Profissionais (professores, psicólogos, educadores etc) também poderão orientar quanto ao que fazer.

Os casos comprovados de bullying devem ser comunicados à coordenação e à direção da escola, que irá definir as estratégias de intervenção a partir de seu projeto pedagógico e das diretrizes apontadas pela Secretaria Estadual de Educação.

É importante ressaltar que os  problemas que ocorrem no ambiente escolar devem ser trabalhados na própria escola, evitando, desse modo, uma desnecessária criminalização dos conflitos (não é caso de polícia, mas sim de educação e de diálogo; a não ser exceções gravíssimas).






Cartilha Direitos da Pessoa Autista 2 EDUCAÇÃO

As crianças e adolescentes com autismo têm direito à Educação?

Conforme o art. 54 do ECA é obrigação do Estado garantir  atendimento educacional especializado às pessoas com deficiência preferencialmente na rede regular de ensino, já que toda a criança e adolescente têm direito à educação para garantir seu pleno desenvolvimento como pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho.

 O que é atendimento educacional especializado?

 É o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cartilha sobre exercícios físicos e qualidade de vida com HIV

A ABIA e o Centro Cultural Justiça Federal vão lançar no dia 22 de março, no Rio de Janeiro (RJ), a cartilha Tudo em Cima! - Exercícios físicos e qualidade de vida com HIV. O lançamento, que será às 18h, contará com a presença das autoras da cartilha, Juliana Pereira Borges e Lorena da Silva Paes, além de especialistas nos temas de nutrição e educação física. O Centro Cultural Justiça Federal fica na Av. Rio Branco, 241, Centro. Informações pelo telefone (21) 2223-1040, com Ricardo, da ABIA.

URL de origem: http://www.rets.org.br/?q=node/899 

quarta-feira, 2 de março de 2011

Seguraça da Criança

Cada criança é um ser único, que deve ser entendido, cuidado e respeitado. No início da vida, as crianças comunicam-se pelo choro. Existem vários motivos que podem trazer desconforto como fome, frio, calor, dor, cólicas ou insegurança.

É fundamental que os pais/cuidadores busquem perceber o que pode estar passando com a criança para solucionar cada situação, cuidando, conversando.

Os bebês são muito sensíveis e, desde o nascimento, são capazes de diferenciar um tom de voz carinhoso de um tom agressivo. Aos poucos, tanto os pais/cuiddadores quanto os bebês vão se entendendo e se reconhecendo nas suas necessidades e jeitos de ser.

À medida que a criança cresce, é importante que aprenda o que pode e o que não pode fazer e a identificar as situações de perigo. Por isso, os limites precisam ser ensinados com clareza e carinho. Há necessidade de saber que terá de explicar e repetir as orientações tantas vezes quanto forem necessárias, até a criança entender o perigo que corre.

A birra e a desobediência devem ser encaradas como uma atitude de confronto da criança, que faz parte do seu desenvolvimento. A maioria das crianças apresenta esse comportamento. Isso não quer dizer que ela seja nervosa. No entanto, é importante que você não ceda aos seus caprichos.

Hábitos e atitudes que estimulam um ambiente seguro e saudável para a criança por faixa de idade:

Educação, sexualidade, gênero e diversidade em debate na UFRJ

Há espaço para ouvintes no Seminário.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro, através do Projeto Diversidade Sexual na Escola, vinculado ao Programa Papo Cabeça, realiza, nos dias 30 e 31 de março e 01 de abril de 2011, a segunda edição do Seminário Educação, Sexualidade Gênero e Diversidade. Desta vez o evento será voltado especialmente a representantes de secretarias de educação, de programas e projetos governamentais e membros de organizações da sociedade civil que trabalham no campo da diversidade, direitos humanos, direitos sexuais, sexualidade e gênero. Quem não se enquadra nessas categorias, também pode participar como ouvinte.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Gangues, Gênero e Juventudes: donas de rocha e sujeitos cabulosos

A cartilha explora o universo das gangues de pichadores, analisando seus discursos e vivências.
Esses grupos juvenis trazem marcadamente subsídios como a procura por reconhecimento, a glorificação do sentimento de pertença e a obtenção de prestígio. Dentro desse contexto, enfatizam-se, nas dinâmicas entre e intra gangues, valores como coragem, fama e lealdade ao próprio grupo, que guiam a evidência atribuida às identidades de donas de rocha e sujeitos cabulosos, categorias de feminino e de masculino que resumem o ideal do ser gangueiro.
O mérito em apreender os diferentes aspectos das várias juventudes norteou a cartilha, especialmente ao abordar a discussão sobre as relações de classe, as condições étnicas e mais minuciosamente as relações de gênero que permeiam esses grupos, além de atentar para as mais diversas trajetórias singularizadas por habitus delineados em situações de fronteira, e que costumam ser pouco conhecidos.
A cartilha caracteriza os jovens em gangues, a partir de seu contexto, lugar e tempo; registra ritmos de vida e trata de identificar os estímulos que os agrupam, assim como suas principais características sócio-demográficas e de associatividade, discutindo fratrias e competições.

O livro Gangues, Gênero e Juventudes: donas de rocha e sujeitos cabulosos

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Prática do Profissional da Psicologia


Esta cartilha busca trazer subsídios para a prática do profissional da Psicologia
que atua em serviços que atendem pessoas vivendo com HIV e aids (PVHA).
O trabalho parte de uma proposta do CFP de trabalhar em consonância com políticas públicas e, em conseqüência, com os conceitos e princípios historicamente
construídos a partir do diálogo entre a sociedade civil organizada e os gestores.

Cartilha - Referências para atuação do(a) psicólogo(a) nos programas de DST/AIDS



Organização: Conselho Federal de Psicologia - CFP e CREPOP

Cartilha sobre Direitos da Mulher - ACNUR-Brasil

A cartilha "Diretios da Mulher", publicada no site da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), foi desenvolvida no marco da iniciativa "Amazonaids Mulheres" do programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS. A publicação foi resultado da parceria entre ACNUR, UNAIDS, UNFPA, UNIFEM e OPAS/OMS com finalidade de informar as mulheres sobre as diversas situações de violência de que podem ser vítimas e como se prevenir e buscar ajuda. Explica os direitos sexuais e reprodutivos e as formas de prevenção ao HIV/AIDS e a outras doenças sexualmente transmissíveis.

A violência contra a mulher atinge mulheres dentro e fora da família e não é praticada somente por meio de agressão física. Existe também a violência psicológica, moral, patrimonial e sexual. A violência sexual pode ocasionar gravidez indesejada e abortos espontâneos, aumentando o risco de infecção por doenças sexualmente transmissíveis e pelo HIV. É importante saber que a violência pode ocorrer no espaço público e no espaço doméstico.

A cartilha tem por objetivo servir de auxílio para mulheres vítimas de violência e para pessoas que queiram atuar no enfrentamento à violência contra a mulher.

Arquivo em PDF http://www.acnur.org/t3/fileadmin/Documentos/portugues/Publicacoes/2011/Direitos_da_mulher_-_Prevencao_a_violencia_e_ao_HIV-AIDS.pdf